segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Chove em Porto Alegre


Porto Alegre - Ultimamente o guarda-chuva tem sido o melhor amigo de muita gente. Acordar de manhã e dar aquela conferida na temperatura e previsão do tempo pelo rádio, Cléo Kunh, essas coisas, é certo ouvir o "chove em Porto Alegre". Ótimo, os fazendeiros precisam de chuva, mas por que não chove só la na zona rural, nas plantações de pêssego da Vila Nova?

Aí dia assim é pra acordar com o pé direito - considerando que sou canhoto. Só no Lotação descubro que a calça e o casaco não são do mesmo terno. Enfim. É chegar no escritório, pendurar o casaco feito funcionário público e deixar o dia passar sem maiores contratempos.

A foto foi extraída de outro blog, espero que não me processem!

Será que chove em Tegucigalpa?

Se chove eu não sei. Quer dizer, em algum momento deve chover. Seria bom que chovesse agora para acalmar os ânimos por lá. De qualquer sorte, depois das 21h há o toque de recolher, então esticar para aquela cervejinha além do horário, nem pensar!

Ação de Improbidade e Exceção de Suspeição

Debate-se sobre a arguição de suspeição promovida por José Otávio Germano, por ofícios de seu advogado, o desembargador aposentado José Paganella Boschi. que acaba por suspender a ação de improbidade movida contra a governadora Yeda e seus asseclas.

Claro que a imprensa estampou bem forte nos jornais: "Justiça manda suspender processo contra Yeda", como se houvesse algo de mérito nessa decisão. Quem não entende nada desse negócio - e aí se inclui muitos advogados - chega a acreditar, e já fica com um pé que é um leque para votar na mulher de novo, embora o voto que a colocou no Poder foi puramente por protesto ou aversão ao modelo PT. Passa esse asco pelo partido do Presidente e pessoas como Yeda jamais se elegerão!

Enfim. É preciso que a Justiça se pronuncie sobre a arguição de suspeição da juíza em relação ao réu José Otávio Germano. Se isso é manobra política para que o processo se retarde além das urnas - isso aconteceria de qualquer jeito - creio que é o que menos importa.

Para mim terrível é a forma como estampam isso!

Futebol

O Grêmio perdeu, o Internacional empatou no desafio de pólo aquático contra o Flamengo. Assim, os gaúchos patinaram: o tricolor no Planalto Central, o colorado na verdade não patinou - aquaplanou!

Sobre o Grêmio, permanece a Tchecodependência e tudo se explica a partir daí. Embora Renato possa ser o substituto, chance para isso ainda não lhe foi dada. Souza, que também alterna boas atuações com outras apagadíssimas, ontem flutuou pelo campo inteiro. Tivesse o Grêmio mais uns dois que corressem parelho com ele, talvez a história fora de casa seria outra.

No Inter, passa a me impressionar as desculpas: lá criou-se uma Giulianodependência! O guri entrou ontem no time - evidente que entrou bem. E agora (dizem) o time não sabe jogar sem ele? Taison no começo do ano era craque, para um determinado narrador de futebol no rádio o Inter seria campeão com quinze pontos de folga. Às vezes os comentários ofendem a inteligência das pessoas. Ontem, houve quem disse que a chuva prejudicou o Inter e por isso o time perdeu os pontos em casa.

Só o Inter? O Flamengo veio com o time de pólo aquático?

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